Cultura

14 de dezembro de 2012
Mia Couto, na língua que lhe pertence

Maria Clara R. M. do Prado

Um escritor tem por sua maior companheira a língua que usa para esquadrinhar as palavras, dar-lhes vida na forma de verso ou de prosa. Fazer isso na língua materna, aquela em que aprendemos a falar, na qual rimos e choramos, é como estar em uma festa a bailar uma música conhecida.

Poucos escritores conseguem familiaridade com a escrita em uma língua que não seja a sua. Quando esteve no Brasil, há cerca de um mês, Mia Couto fez reflexões sobre a importância da língua na escrita e falou, em especial, da língua portuguesa e das possibilidades que oferece para escritores criativos como ele .  [ leia mais ]

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